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Sandboard


Sandboard é um esporte que consiste em descer dunas de areia, com a utilização de uma espécie de prancha similar à prancha de snowboard, usada na neve.
Foi criado por volta do ano de 1986, em Florianópolis, Brasil. A idéia surgiu como uma alternativa para os surfistas nos dias em que o mar não estava bom para a prática do surfe.
No início, para descer pelas dunas eram utilizados pedaços de pranchas quebradas, de madeira e até papelão. Hoje em dia, o formato é bem parecido com o de uma prancha de snowboard e já existem materiais como a fibra de carbono, considerado o material mais avançado do mercado.
Nos últimos anos, o esporte tem tido um grande crescimento e vem atraindo cada vez mais um número maior de adeptos, principalmente após a veiculação de matérias na mídia. Atualmente, o esporte é praticado em vários países, como: Brasil, Argentina, Uruguai, Estados Unidos, Austrália e África.
O maior nome de todos os tempos deste esporte é o brasileiro Digiácomo Dias

Campeonatos


No sandboard existem quatro tipos de competições:
  • Big Air: Nessa modalidade de saltos com manobras, o campeão é aquele que conseguir dar a manobra mais radical. Esta modalidade é a especialidade do brasileiro tricampeão mundial Digiácomo Dias.
  • Slope Style: Nessa modalidade, semelhante ao street do skate, vence aquele que se sair melhor no percurso com rampas e corrimões.
  • Boardercross: É uma corrida entre quatro atletas em um percurso com obstáculos, rampas e curvas fechadas. Vence aquele que chegar primeiro.
  • Slalom: É uma descida de velocidade, com o percurso marcado por bandeirinhas que devem ser contornadas.
Atenção: Atletas baianos, por favor, mandem fotos e outros conteúdos clicando na foto abaixo.

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Sepaktakraw

Conheça o SEPAKTAKRAW:


Originário do sudeste a Ásia há mais de 500 anos o Sepaktakraw pode ser visto como uma mistura de esportes e para conseguirmos entender ele, devemos entender um pouco futebol,Vôlei e Kung-Fu.
O Sepaktakraw tem objetivo que é colocar a bola no chão da quadra adversária. A quadra mede 13,40 metros de comprimento por 6,10 metros de largura, tendo uma rede de 1,55 metros de altura dividindo a quadra.
Quadra de Sepaktakraw


Cada time conta com três atletas, para que possa passar a bola para a quadra adversária são permitidos no maximo três toques, mais ao contrario do vôlei e futevôlei, esses toques podem ser executados pelo mesmo jogador.
O sistema de pontuação é ponto a ponto, até 21 exceto quando empatados em 20×20 onde pode chegar a 25. São disputados dois sets e um terceiro se houver empate.


A equipe adversária pode tentar bloquear, contanto que a bola não toque nem seus pés ou mãos.


A bola, originalmente era feita com um tipo de bambu, mais em 1982 criou-se uma bola sintética hoje utilizada em toda competição internacional.
Bola Oficial.


No Brasil o esporte chegou a cerca de 10 anos, e vem crescendo a cada dia. Hoje o Brasil conta com Associação Brasileira de Takraw (ABT), tendo sua sede na cidade de Olinda, Pernambuco. E com Federação Paulista de Sepaktakraw (FPST).
Com a proximidade do futevôlei o Brasil tem conseguido ótimos resultados em competições internacionais.


O maior campeão dessa modalidade é a seleção da Tailândia seguida pela Malásia e Indonésia.

Assista:


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Dirty Surf - Veículo Ecológico

18/06/2012 07h00 - Atualizado em 18/06/2012 07h00

Esportista usa 'veículo ecológico' na Cúpula dos Povos


Glauco Araújo

Do G1 RJ















O esportista Erivaldo José Barbosa, 50 anos, chamou a atenção das pessoas que circularam pela Cúpula dos Povos, no Aterro do Flamengo, na tarde deste domingo (17), usando um meio de transporte diferente e "ecologicamente correto", como ele mesmo define.
Trata-se do dirty surf, que é uma espécie de bicicleta sem guidão e pedal ou skate com roda de bicicleta.
Barbosa disse usou peças de bicicleta para montar o equipamento com peças tubulares de aço inox. Segundo ele, a vantagem do dirty surf para o skate é a segurança, pois este equipamento tem sistema de frenagem. "Assim conseguimos descer uma ladeira com mais tranquildade", disse. O freio é acionado pela perna, que for posicionada para trás, pressionando uma alavanca para trás.
"Demorei dois anos para construir esse modelo. Gastei algo entre R$ 500". Ele informou que o criador do dirty surf é australiano e que o equipamento foi  patenteado naquele país. O custo para comprar um modelo pronto, importado da Austrália, custa cerca de R$ 2,5 mil.
No Rio Grande do Sul, praticantes de esportes radicais foram os primeiros a adotar o dirty surf como alternativa para skate, assim como já ocorre na Austrália, onde a modalidade é mais popular.
Mobilidade urbana Em seu cotidiano, Barbosa afirmou que se desloca com o dirty surf da Lapa, onde mora, até o Leblon, onde trabalha. "São cerca de 40 quilômetros por dia. Esse é um meio de transporte que não polui além do que já poluímos."
Ele circulou pela Cúpula dos Povos procurando algum evento relacionado a esportes radicais e mobilidade limpa. "O dirty surf tem tudo a ver com a natureza e com a sustentabilidade que procuramos em um evento como esse."
Barbosa disse que as pessoas sempre o abordam nas ruas do Rio para perguntar como ele consegue andar "numa coisa" como essa. "Eu sempre respondo que é só tentar que consegue. É igual a andar de bicicleta, depois que aprende não esquece mais. Não tem perido de cair".

Fonte: http://g1.globo.com/natureza/rio20/noticia/2012/06/esportista-usa-veiculo-ecologico-na-cupula-dos-povos.html?fwcc=1&fwcl=1&fwl
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Skate Board Wave Surf


Conheça o Skate Board Wave Surf. Com um design inovador, moderno e arrojado, estilo Ripstick. Simula os movimentos e manobras do Surf, do snowboarding e  skateboarding. Você não precisa utilizar os pés para o skate andar, graças ao seu design basta simular os movimentos do surf e ele impulsionará sozinho. Duas plataformas que inclinam independentes sobre uma barra de torção. Rodas giram em até 360°. Rolamentos ABEC5. Eixos super resistente metal de alta rigidez. Rodas de poliuretana de alta qualidade e durabilidade 85ª.


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Dirtsurf


O Dirtsurfer foi inventado por Graeme Attey, morador de Perth na Austrália Ocidental, uma das cidades mais remotas do mundo. Se bem que ao morar ali pode ter-se uma série de vantagens, uma delas não é o fato de ter boas ondas pois elas não existem. Poderia então falar-se de neve mas a estância mais próxima fica a uma distância de 5000 km! Ao ser um surfista inveterado e também viciado em neve, Graeme pensou que teria de inventar algo que solucionasse o seu problema satisfatóriamente.
Porque o Surf e o Snowboard possuem a mesma característica de poderem realizar voltas e manobras bastante fluidas do lado até ao outro, Graeme determinou que para recriar essas sensações em terra, teria de ser num veículo de duas rodas, pois com três ou mesmo quatro rodas nunca se conseguiria o pretendido.
As primeiras tentativas não foram positivas, mas com grande persistência conseguiu-se uma espetacular geometria de direção, o que deu garantias de se poder levar a cabo um mais sério desenvolvimento do projeto.
Durante 1998 o desenvolvimento do Dirtsurfer foi um processo bastante lento.
Foram-se fazendo vários acertos e alterações durante todo o ano, até maio de 1999, data em que a Design Science Pty Ltd finalizou os protótipos feitos até então decidiu começar a produção.
Em Novembro de 1999 começaram a ser vendidos os produtos Dirtsurfer em lojas de toda a Austrália.
Desde 2001, tem-se conseguido expandir as vendas da Australia para países tão díspares como: Japão, Grã-Bertanha, França, Estados Unidos, Holanda, Suiça, Áustria, Espanha, Bali, Singapura e Portugal. Na sequência deste crescimento o Team Dirtsurfer tem alargado o leque de aplicações onde o Dirtsurfer pode ser utilizado, do tradicional “off-road downhill” para outros domínios como sejam o “high-speed downhill road”, o “street” e usado em conjunção com kites, Foils e  de kitewing.

Veja essa vídeo de um cara daqui de Salvador andando de Dirtsurf:




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Air-Trekker Jumping Stilts

Você é daqueles que gostam de adrenalina? Tem vontade de pular ALTO por aí? 
Conheça a nova febre, o Air-Trekker Jumping Stilts.



Com este equipamento é possível dar pulos incríveis. O Air-Trekker Jumping Stilts é tecnologia pura, feito com alumínio e fibra de carbono.
O preço do Air-Trekker Jumping Stilts varia de US$ 269 a US$ 389, dependendo da categoria.

Veja o vídeo:

 Com ele, além de você pular alto, ele diminui, ou simplesmente anula o impacto com o chão. Também pode ser usado como "meio de transporte".
E aí, tem coragem?






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Bossaball


O Bossaball foi criado em 2003 pelo belga Filip Eyckmans e combina ginástica, vôlei, capoeira e futebol. Um grande colchão inflável é divido por uma rede de vôlei e em cada lado há também um trampolim. Os jogadores - três em cada equipe - tem direito a oito toques até passar a bola para o campo adversário. Vale tocar com as mãos, pés, cabeça ou qualquer parte do corpo. Ganha um ponto a equipe que fizer a bola cair no colchão adversário e três pontos para quem acertar o trampolim.


 Confira o vídeo:




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